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Textos para o ENEM – Parte 6

Se um pinguim imperador, que atinge 1,5 m de altura, enfrentasse o rigoroso clima da Antártica sozinho (ventos de até 300km/h e temperaturas de – 40ºC), as perdas de energia térmica – condução para o solo, convecção para o vento e radiação térmica para os corpo mais frios que os cercam, inclusive o céu – seriam tão intensas que a morte por congelamento seria inevitável.
No entanto, Milhares de pinguins se aglomeram no inverno antártico para minimizar a perda de calor para o ambiente.
Como isto acontece?
A aglomeração de até 10 pinguins por metro quadrado reduz substancialmente o escoamento do vento gelado em torno de seus corpos e, por consequência, as perdas de calor por convecção. As perdas de calor por radiação térmica se mantém, no entanto, o infravermelho liberado por um pinguim é parcialmente absorvido pelos outros…como muitas aves estão concentradas, forma-se um excelente mecanismo de compensação de perda de energia térmica.
Gostou? é a física aplicada à sobrevivência no mundo animal.
Prof. Neto e Prof. Allan